O capitão da Polícia Militar de Minas Gerais Anderson Maurício Coelho, suspeito de envolvimento com o assassinato da advogada Rita Inês e seu marido, Fabiano Barros Soares, vai continuar preso. O presidente do Superior Tribunal de Justiça, ministro Ari Pargendler, negou liminar em Habeas Corpus em que o homem pedia a revogação de sua prisão temporária.
Ministro nega HC a suspeito de matar advogada em MG
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