Casos Décio Sá, Fernanda Lages e Patrícia Accioly

Há aproximações entre os três casos.

Meu palpite é que chegarão aos assassinos de Décio Sá. Penso até num consórcio criminoso quando vários inimigos em comum pagam pela vida do desafeto. O velho chavão: o inimigo do meu inimigo de alguma forma é meu amigo e vice-e-versa.

Não paro de pensar no irmão do Nelson Rodrigues que foi morto na redação do jornal por uma mulher que se disse ofendida em sua honra e decidiu matar o dono jornal. Não o encontrou, mas sim o filho, a quem matou a tiros. Mas vejam não é o caso. Jornalista deve informar e incomodar os poderosos, mesmo que seja o do grupo oposto ao dele.

Não bastasse a covardia do ato vê-se nitidamente que foi uma decisão abrupta essa de matar o Décio Sá. Explico.  À vista de toda gente, não se preocupou em mostrar o rosto. Assassinos matam de emboscada. Estranho.

Custaram chegar ao assassino da Patrícia Accioly, que assim como o jornalista tinha vários desafetos. Tentaram desqualificar a própria juíza no decorrer das investigações. Tentaram passar a ideia que ela seria o tipo de pessoa que toma satisfações com os outros na feira. Nunca me esqueço disto.

No caso do repórter da MIRANTE foi a mesma coisa.

Acho que a morte da Fernanda Lages também foi decidida de um dia para a noite com cores de máfia. Usaram, pasmem, o prédio do próprio MPF como cenário do crime.

O braço estatal armou a mão do criminoso?

“To be, or not to be”.

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