Meu amigo Celso

Há um ano um homem da região de Cururupu me procurou para que eu defendesse uma pessoa condenada por tráfico de drogas.

Meu interlocutor me parecia um homem de bem. Acredito muito na minha intuição.

Como eu ia dizendo, eu conhecera um homem de bem. Fizemos amizade.

Meu amigo morreu num acidente próximo a Cururupu ou Apicum-açu, não sei ao certo. Morreu dramaticamente no mar. Tinha um barco de pesca, mas ironicamente não sabia nadar. 

Pai de cinco filhos o moro só foi encontrado dia nove de abril depois de três do naufrágio.

Estamos aqui e de repente tudo vira lembrança como num sono profundo.

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