Dalton Trevisan

O escritor curitibano Dalton Trevisan foi homenageado com o Prêmio Camões, o mais importante da Língua Portuguesa.

A organização do prêmio divulgou a informação na manhã desta segunda-feira (21), em Lisboa, através do secretário de Estado da Cultura, Francisco José Viegas. O autor vai receber 100 mil euros pela distinção (cerca de R$ 268 mil).

A escolha do autor de “O Vampiro de Curitiba”, de 1965, foi unânime pelo júri da 24ª edição do prêmio, formado por seis representantes de Portugal, Brasil, Moçambique e Angola. Foi por esta obra que o homenageado passou a ser chamado de Vampiro de Curitiba, associando também ao estilo de vida dele de reclusão. Trevisan não gosta de dar entrevistas nem de ser fotografado e dificilmente é visto nas ruas.

Ele é reconhecido por ser um dos grandes contistas da Língua Portuguesa e de ter uma prosa peculiar. Entre as obras mais conhecidas estão “Ah, é?”, “A Guerra Conjugal”, “A Polaquinha”, “Arara Bêbada”, “111 Ais”, “Pico na Veia” e “O Anão e a Ninfeta”, lançado em 2011.

Melhor representante da língua portuguesa impossível.

Eu adoraria escrever como ele. Dalton Trevisan é uma coisa só: ritmo. Escreve com ritmo.

Acho que tenho todos os seus livros. Ainda não assisti o filme do JOAQUIM PEDRO DE ANDRADE, “A GUERRA CONJUGAL”, que conta com diálogos do próprio Dalton de um obra homônima de sua autoria.

Seu melhor livro é O PÁSSARO DE CINCO ASAS.

Com informações do G1.

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