Acreditemos no impossível

Sejamos realistas, acreditemos no impossível.

Ninguém briga por água ou por ar, porque são de graça. Mas ninguém vive sem ar ou água.

Cada caso que defendo no Júri equivale uma lição de vida. A gana, a força restauradora de uma pessoa que quer provar sua inocência é contagiante.

Como diz o poeta talvez eu seja o último romântico (da advocacia criminal).

E por mais difícil que seja o caso eu me lembro de Danton com o pescoço próximo à guilhotina: “audácia, sempre audácia, mais audácia”.

Ou como diria o profeta desarmado sejamos realistas, acreditemos no impossível.

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