Evidente legítima defesa

Quem é agredido tem o direito de se defender, sem limitações quanto à escolha dos meios. Contra um soco, pode-se usar um porrete; contra uma faca, uma pistola. Ninguém é obrigado a optar pelo recurso mais brando.

J.G.O (processo 6823/01, XX do Júri) foi absolvida hoje pelo Conselho de Sentença do Júri, porque tendo agido em legítima defesa repeliu injusta agressão de seu marido. Foi lesionada por este que usando de uma barra de ferro a acertou duas vezes, enquanto J.G.O lavada roupas no tanque de casa, que ficava localizada no Sítio do Físico, Coroadinho. Pegou uma faca de cozinha e com um só golpe no coração matou seu marido.

Não fugiu de casa. Pegou todas as velas que existiam em casa e as acendeu em volta do morto.

Com a chegada dos policiais confessou o crime e explicou seus motivos.

A legítima defesa foi mais do que evidente. Uma mulher de 59 anos agredida com uma barra de ferro, tem o direito de se defender.

Há quem diga que no banco dos réus não sentam inocentes.

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