Coexistência entre teses de negativa de autoria e legítima defesa

Já dizia Benedito Valadares, “na prática, a teoria é outra”.

Em tese é chocante que duas teses tão distintas coexistam. Na prática tenho visto com frequência.

P.J é acusado de ter matado um rapaz há dez anos na periferia de São Luís. Acompanhou o executor do crime. Em suma defesa disse que estava lá para demover o assassino de cometer o crime.

O executor, que é adolescente, confirmou a versão de P.J, sendo que justificou a autoria por se tratar de legítima defesa própria.

Não estou muito convicto da legítima defesa, mas usarei como tese alternativa, assim como menor participação.

Veremos como a teoria se revelará na prática.

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