Caldo de feijão

Há 16 anos um grupo de amigos organizou uma feijoada para os brincantes de determinado grupo de Bumba-boi.

C.A.C.P (acusado)  e C.D.V (vítima) desentenderam-se, porque este derramou caldo de feijão em seu braço.

Houve troca de ofensas, empurrões, tendo a vítima (policial) corrido para sua casa próxima no intuito de buscar seu revólver.

O acusado imediatamente armou de um pau e desferiu-lhe dois golpes na cabeça e nas costas.

O promotor denunciou o réu lamentavelmente por tentativa de homicídio qualificado (à traição).

C.A.C.P foi pronunciado a Júri.

Em sua defesa direi que o réu:

1) deve ser julgado pelo que fez, e não pelo que deixou de fazer; 2) não houve intenção de matar, mas sim de lesionar apenas; 3) quem quer matar não cessa voluntariamente a agressão; 4) o réu não ficou internado com risco de morrer; 5) houve crime, mas de lesão corporal leve, porque há exame de corpo de delito nos autos, mas não há exame complementar.

O réu será  submetido a julgamento amanhã por uma das varas do Júri da capital.

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