Mortes por impulso

A campanha do Ministério da Justiça contra os homicídios cometidos por impulso é estranha.

A maioria dos assassinados acontece por impulso.

Vivemos um tempo reacionário em matéria penal. A escalada da violência explica isto. Recrudescer a legislação contra o crime perpetrado coletivamente por organizações criminosas faz sentido, o problema é usar esta mesma lógica contra o miserável que matou pra se defender ou por provocação da própria vítima.

“Se um homem mata um guarda, é mais importante sabermos por que ele matou o guarda e não por que o guarda morreu”, esta frase é Luciano Mendes de Almeida.

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