Embriaguez fortuita

Embriaguez fortuita alegada no Júri sempre é uma situação delicada.

O ideal seria que o indivíduo bêbado fosse submetido até duas horas após o crime a exame que pudesse comprovar o grau de comprometimento orgânico.

Os promotores ficam furiosos quando a defesa embriaguez fortuita sem um exame específico.

Mas reparem no meu caso prático.

O réu alega que bebeu com um amigo vários litros de conhaque logo pela manhã. Daí só se recorda de ter acordado numa delegacia no dia seguinte.

Esfaqueou um desconhecido num bar sem motivo aparente.

Lembra aquele filme “Se Beber Não Case”, cuja sinopse indica que após farra homérica só sabem que um dos personagens perdeu um dente, há um tigre no banheiro, um bebê no closet e outro personagem simplesmente desapareceu.

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