O jornalismo mundo-cão ajudou a matar Santiago

Muita hipocrisia da grande imprensa que praticamente obriga o jornalista a ficar na linha de tiro em mobilizações em busca da melhor foto, do melhor ângulo, para alimentar esse jornalismo mundo-cão adotado por toda a mídia. A Band, por exemplo, deveria indenizar (e bem) a família do jornalista morto.

Fica o registro do professor de Ética Jornalística, representante da Universidade de Navarra no Brasil, Carlos Alberto de Franco, em artigo sob o título A Grandeza Humana Vale Uma Matéria:

“Infelizmente, de algum tempo para cá, alguns veículos de comunicação manifestam preocupante dependência de um fluxo de escândalos e sensacionalismo para se manter no negócio. Explorando o chamado jornalismo-verdade, arma-se um espetáculo com o que a natureza humana é capaz de produzir de mais sórdido e perverso. A miséria material e moral é transformada em instrumento de marketing. O que importa na fria contabilidade do jornalismo aético é um bom desempenho na circulação e nas pesquisas de opinião. Elevados índices de audiência são suficientes para acalmar eventuais escrúpulos morais”.

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