Caso Cunha

Após apresentar um a um os pontos em que houve interferência de Cunha na investigação, Teori diz que os elementos fáticos e jurídicos denunciam que a permanência dele no livre exercício de seu mandato parlamentar e à frente da função de presidente da Câmara, além de representar risco para as investigações penais, é um pejorativo que conspira contra a própria dignidade da instituição por ele liderada. “Nada, absolutamente nada, se pode extrair da Constituição que possa, minimamente, justificar a sua permanência no exercício dessas elevadas funções públicas. Pelo contrário, o que se extrai de um contexto constitucional sistêmico, é que o exercício do cargo, nas circunstâncias indicadas, compromete a vontade da Constituição, sobretudo a que está manifestada nos princípios de probidade e moralidade que devem governar o comportamento dos agentes políticos.”

 

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