Tribunal do ódio: o caso do linchamento no São Cristovão

Através do séculos, vemos a advocacia enaltecida, e glorificada pelos bens que promove, pelos males que evita; auxiliar da justiça, amiga natural da liberdade, inimiga capital da tirania, insulflando aos perseguidos coragem para afrontar os poderosos, a estes impondo por sua sobranceira independência.

Nos casos dos linchamentos temos uma via de mão dupla. A condenação de inocentes, sem a exata individualização da conduta de cada réu é um novo linchamento, um linchamento moral, perpetrado pelo Estado, e não por indivíduos, que é compreensível que tenham ações irrefletidas, menos o Estado, que jamais poderá agir por impulso momentâneo.

 

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